Pensamento do Dia: "Não posso concordar com uma palavra do que dizes, mas defenderei até a morte teu direito de dizê-las" - Voltaire

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Entre as engenharias, elétrica é a que mais exige cálculos


Imaginar o mundo sem energia elétrica hoje em dia é uma tarefa árdua. Atividades simples, como pegar a água na geladeira, ler um livro à noite antes de dormir ou aquecer um copo de leite no microondas seriam impossíveis sem a figura do engenheiro eletricista. A carreira, com inúmeras áreas de atuação, é tema do Guia de Carreiras do G1 desta terça-feira (29). “A particularidade da engenharia elétrica, diante das outras engenharias, é o estudo do eletromagnestismo”, explica o coordenador do curso na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Alessandro Fernandes Moreira. Por isso, se você já não tem afinidade com matemática e física, é arriscado prestar vestibular para esse curso. “Elétrica é das engenharias a que mais trabalha o lado do cálculo”, alerta o professor. Fora isso, o curso lida bastante com elementos de computação.
A formação densa em exatas é aplicada, no mercado profissional, em todas as áreas que envolvem energia. Desde a geração e transporte, até o uso nas casas, nas indústrias, nas telecomunicações, em equipamentos médicos, redes de computadores. O metrô, por exemplo, emprega muitos engenheiros eletricistas – esse profissional praticamente se espalha por todas as áreas de trabalho.
E sim, o nome do profissional que vem escrito no diploma é engenheiro eletricista – não engenheiro elétrico, como o senso comum pode sugerir. Para obter o título, o estudante deve passar cinco anos, no mínimo, na faculdade, cursando disciplinas como algorítmos e estrutura de dados, física experimental, geometria analítica e álgebra linear, ondulatória, eletrônica, análise de circuitos elétricos, entre outras. De acordo com dados do Ministério da Educação (MEC) de 2006, existem 132 cursos oferecidos no país. Muitas faculdades oferecem algumas ênfases ou especialidades, como telecomunicações, sistemas e energia elétrica, sistemas eletrônicos ou computação.
Teoria ou prática?
“O curso tem essencialmente aulas teóricas, que são 70% da grade, e 30% de prática”, afirma o professor Paul Jean Etienne Jeszensky, coordenador do curso de telecomunicações da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e vice-presidente da comissão de graduação da escola. De acordo com Moreira, da UFMG, as universidades possuem laboratórios de circuitos elétricos e eletrônicos, de controle de processos, de conversão de energia. “Avaliar a estrutura da universidade é necessário na hora de escolher onde de estudar”, diz. “E a qualidade do corpo docente é muito importante. Há 20 anos era difícil ter um grupo de professores qualificado, com mestrado e doutorado. Hoje isso é fundamental”, afirma. Um dos aspectos práticos do curso é a obrigatoriedade de estágio e de um trabalho de conclusão de curso. Muitas universidades inclusive diminuem a carga horária nos últimos semestres, para que o aluno possa se iniciar no mercado de trabalho.

Fonte:G1.com

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Um pouco de nossa história.

Está coluna vai ser lançada quinzenalmente com o intuito de mostrar aos Forquilhenses a História de nosso Povo. E para começar vamos conhecer a origem dos nomes de nossos distritutos.

Em fim , boa leitura!


Amazonas

A existência na região de uma densa e nativa vegetação, formada principalmente por aroeiras, angicos e paus-brancos, fez com que o seu intrépido desbravador, José Rufino Aragão, a comparasse com a floresta amazônica, dai surgiu o seu epônio.

Andresa

O seu nome foi uma homenagem prestada a uma Formosa mulata chamada Andresa, disputada pelos homens da ribeira, que viveu nesta fazenda no século XVIII.

Curiosidade

Andresa da Costa, filha do capitão João de Sá e da negra Joana da Costa, casou-se com O tenente-coronel Jose Ferreira da Fonseca, natural da Paraíba, filho legitimo de João Loureiro e Leonor Tavares, no dia 27 de fevereiro de 1726. Deste matrimonio, nasceu um filho batizado pelo nome de Jose, pelo padre Isidoro Rodrigues, na fazenda Água das Velhas em 03 de agosto de 1730.

Andresa faleceu no dia 13 de agosto de 1768, na fazenda Sabonete.

Seus restos mortais foram sepultados na Matriz de Sobral, não a construída pelo padre João Ribeiro Pessoa, mas na primitiva que existiu em terreno situado ao lado da atual.

Arrebita

O nome, segundo relato de alguns contadores de historia, surgiu pela existência de um esperto garrote que, quando perseguido pelos va­queiros, conseguia sempre safar-se arrebitando a cauda.


Cacimbinha

O seu nome esta ligada a existência de uma pequena cacimba situa­da nas margens do riacho Timbaúba, que resistia to do O verão abastecen­do com água potável toda a região.

Pela Lei n. 105/95, aprovada pela Câmara Municipal de Forquilha e sancionada pelo prefeito Gerardo Jose Dias de Loiola em 13 de maio de 1995, a fazenda Cacimbinha foi elevada a condição de povoado.

Cajazeira

Seu epônimo surgiu a partir de uma frondosa cajazeira, árvore da família das anacardiáceas, encontrada nas margens do riacho Caioca.

Caiçara

Caiçara é uma espécie de cerca feita de varas ou ramos que circun­davam as tabas indígenas. Como não há registro da presença indígena na região de ForquiIha, supõe-se que 0 seu primeiro colonizador teria adotado 0 mesmo nome da fazenda que deu origem a cidade de SobraI, - Caiçara.

Craúna

O mesmo que graúna, ave passeriforme icterídea de coloração ge­ral preta com brilho azulado. Espécie largamente distribuída no Brasil e países limítrofes; e granívora e causa grandes estragos nos arrozais, por ocasião das colheitas. A existência desta ave em abundância na região deu origem a fazenda.

Ingá

Seu epônimo surgiu da existência de uma árvore leguminosa de frutos comestíveis denominadas ingazeira, encontrada em abundância nas margens de um riacho que corta a fazenda.


Ipiranga

Seu epônimo é incerto, porém, há quem afirme ser, uma homena-

gem prestada ao riacho Ipiranga, local onde Pedro I proclamou a Independência do Brasil.

juazeiro

Seu nome está ligado a uma árvore da espécie ziziphus joazeiro,

Conhecido popularmente como "juazeiro", que servia de referência aos vaqueiros e moradores que transitavam por aquelas terras em direção ao sertão do Aracatiaçu.

Massapé dos Vieiras

O predomínio de uma terra argilosa preta, ótima para a cultura de cana-de-açúcar, conhecida como massapé, deu origem ao nome desta fazenda.

Oficina

Seu epônimo surgiu da existência de antigas oficinas construídas no

Século XVII pelos fazendeiros para charquear a carne de gado.

Pilões

Seu epônimo, conforme relata do historiador José Ribamar Pessoa,

Vem da existência de pequenos lagos circular parecidos com pilões, que se formavam durante o inverno no leito do riacho Sabonete. Hoje as terras desta fazenda se encontram quase que completamente submersas pelas águas do Açude Arribita.

Pocinhos

Seu epônimo surgiu da existência de vários currais de porcos, pocilcas, que havia na fazenda.


Rasteira

Afirmam os mais antigos moradores desta fazenda que o seu epônimo surgiu de uma velha oiticica, - árvores da família das rosáceas, e de cuja semente se retira óleo sedativo, - que possuía imensos galhos rasteiros.

São Lourenço

Conta a historiador Abelardo Cavalcante de Vasconcelos que quan­do ocorriam vendavais durante as noites de inverno, os moradores desta fazenda, assustados, rezavam a São Lourenço, protetor das tempestades, rogando ao bondoso santo para aplacar a fúria dos ventos. Como a suplica era atendida, os fieis, gratas, resolveram homenagear a fazenda deno­minando-a São Lourenço.

Sereno

Cesário Alves Parreira era um grande pecuarista. Todo dia, ao cair da tarde, reunia seu rebanho no pátio de sua casa e observando, orgulho­samente, a seu enorme rebanho que se preparava para dormir o compara­va a um sereno. Dai surgiu, portanto, 0 epônimo da fazenda.

Salgado

Sua denominação está ligada a existência de um riacho de água sa­lobra, afluente esquerdo do rio Arribita.

Sabonete (Vencedora)

Segundo a Sr. Luis Gonzaga Cordeiro o epônimo desta fazenda vem de uma arvore, encontrada na região, que produz uma semente co­nhecida por sabonete.


Trapiá

A palavra Trapiá vem do tupi-guarani, (crataeva tapia, terapiá) arvo­re da família das caparidáceas que significa arvore que da fruto redondo amarelo semelhante ao maracujá.A existência desta espécie na regaião deu origem ao nome da fazenda.



Fonte: Livro Três Riachos, uma Forquilha, de Joab Aragão e Jeta Loiola

Dicas de Programas de TV





Em Breve!

Charge da Semana!


Para refletir e pensar....





fonte: Diario do Nordeste
Caderno 3
The Nino Times

domingo, 7 de junho de 2009

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Cadê o Cursinho?

No ano passado os estudantes em fase de preparação para o vestibular, foram convidados a participarem de um cursinho, onde o maior interesse do projeto era além de elevar o numero de universitários forquilhense também fazer politicagem em nosso município.

Os dias passaram,assim como o ano acabou chegando ao seu fim e as eleições municipais também, e com isso o cursinho ficou fazendo parte de um passado distante. Quero eu acreditar que não foi um drible da política para favorecer alguém, mas não restam duvidas que foi exatamente o que aconteceu. No inicio do projeto, foi aquele puxa saco, autoridades de nossa cidade dando as suas opiniões, foram secretaria de educação, professores, diretores elogiando a iniciativa de nosso prefeito, chegaram ate a comentar que nossa cidade era privilegiada por ter um cursinho pré- vestibular. Foram feitas varias campanhas para popularizar o projeto, ate uma musiquinha foi criada.

O cursinho começou a funcionar exclusivamente aos sábados na quadra esportiva de uma escola na sede do município, com professores em sua grande maioria trazidos da cidade de Sobral, mas o que não dar para entender é por que uma iniciativa tão louvável não foi adiante, e só atingiu o seu ápice em época política. Sabemos que esse ano de 2009 começou com os meios de comunicação noticiando que uma financeira se alastra pelo o mundo aterrorizando as pessoas, nem por isso pode ser usado como uma desculpa para a paralisação do projeto, pois todos sabem que não adianta investir em segurança, saúde, estrutura de uma cidade ate de um país se não pensar em educação que é a base da pirâmide que sustenta o mundo, e o cursinho, assim como investimentos na área fortalece a nossa cidade.

Então será que o estudante forquilhenses, além de terem uma educação de péssima qualidade não tem apoio de nenhum político com compromisso serio na área de educação que só vem de quatro em quatro ano com um projeto recheado de segundas e ate de terceiras intenções, mas isso precisa mudar. Só para ter uma idéia do assunto, alguém já viu filho de prefeito, professor, diretor e todas as pessoas que tem alguma condição de vida melhor matricular seus filhos em alguma escola desta cidade, se eles sempre dizem que nossas escolas oferecem um ensino de qualidade e é formado pelo um quadro docente dos melhores que existem. Só acredito quando os seus filhos estiverem estudando em escolas publicas.

Agora restam nós, cidadão que somos e estudantes cobrar o que falaram e pedir o cursinho de volta, ou crusarmos o braço e ouvir a velha musiquinha em nossos ouvidos dizendo: A EDUCACÃO ESTÁ MUITO BEM E DE QUALIDADE, AI EU DIGO O CURSINHO PRE-VESTIBULAR, SÓ VAI TER NOVAMENTE QUANDO AS ELEICÕES CHEGAR